segunda-feira, novembro 19, 2012

COLUNA DE REFLEXÕES

INTOLERÂNCIA


Por Rosângela Reis

Ontem, enquanto, assistia o Programa Roberto Justus +, fiquei empolgada para compartilhar esta reflexão com vocês.

Na companhia do Deputado Federal Jean Wyllys - que com retórica belíssima e eloquente abordou a defesa do respeito humano às causas do assunto em questão - e a cantora Sandra de Sá – que com muita simpatia comentou suas experiências e pensamentos - Roberto Justus + trouxe a perspectiva do Tema: Intolerância. Que você pode acompanhar no Portal R7 / TV Record: http://videos.r7.com/veja-o-roberto-justus-desta-segunda-feira-19-na-integra/idmedia/50aafe4bfc9bcaecc1e0b782.html

“Intolerância ninguém está livre dela.” - Assertiva que abre o programa com o apresentador Roberto Justus.

Pois, é! Todos sofremos com ela. Sendo vítimas ou algozes devemos aprender no sentido de educação a respeitar os limites que nos faz interagir em sociedade. Daí, parti a perspectiva de evolução para o ápice da humanidade, onde nossa natureza limitada tem a chance de permear universos de descobrimentos que há em cada Ser ou criatura e que compreende a conexão dos vértices na dialética Criador & Criatura.

E “Cada qual no seu cada qual e respeito para liberar geral.” - Finaliza Sandra de Sá ao final do programa.

Tal ideologia remete-me à importância do respeito ao outro e a si mesmo. Nos conhecendo em nossas qualidades e defeitos podemos tomar passos seguintes: 1.Nos perdoar e, a partir disso, apreender a ser tolerante ao outro em espelho às nossas falhas. Ou 2. Sucumbir à estagnação de nossa ignorância e egoísmo.

Em suma, a máxima “tudo podemos, mas nem tudo devemos” ainda é válida para expiação.

Isso também, me faz lembrar do conceito de “diferente” que atribuo à noção.

Qual o jus de noção que faz você crer que sua “verdade” no mundo é única ou verossímil suficiente para bloquear a existência do outro?

Penso que o diferente que existe em cada um de nós só se iguala na nobreza de nossos pensamentos e atitudes. E que não exista diferente para mais ou para menos, pois ninguém é tão superior ao outro que deva permitir a sobreposição prepotente ou presunçosa de estar acima. Que muitas vezes é derivado de complexos que nos traumatiza em nosso percusso vital.

Posso até dizer que é uma questão de noção do modo que percebemos o mundo, mensurável pelas nossas experiências e natureza, podendo “ver” até em 6D. E, ainda, arrisco 7D como os sete lados do quadrado ou cubo! E digo, o diferente sempre causa temor. Seja pela magnitude ou terror. Por isso, as guerras, a dor, a miséria, o fanatismo, o ceticismo,etc.

Enfrente! Tenha coragem. Todavia, busque sabedoria nos detalhes. E na dúvida natural, questione o que você é perante a magnificência universal.

Para os que ficam na reflexão deste texto, agradeço pela leitura.



2 comentários:

Anônimo disse...

Realmente me surpreendi com o programa do Roberto Justus abordar um tema tao interessante, nunca tinha assistido e adorei ler aqui que causou impacto em mais alguem...e justo (sobrenome danado para trocadilhos) pertinho do dia da consciencia negra! Acredito que essa intolerancia, como bem abordado por você, exige um trabalho de auto-conhecimento e profundo respeito pelas experiencias alheias...dificil de ser feito...mas necessario para a nossa boa convivencia. Admito que achei meio vago os elogios dele aos nordestinos: "sao otimos oradores"... Mas aplaudo o debate.

Rosângela Reis disse...

Sabe-se lá com que leitura seus olhos vêem para tantos elogios. Mas acredito que seja com olhos de profundo respeito....
Confesso que não sou fã do Justus, mas o programa dele é ótimo. Tem um cenário singular e grandes convidados para temas de grande interesse.
Obrigada pela participação de comentário. Seja bem-vindo.

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