INTOLERÂNCIA
Por Rosângela Reis
Ontem, enquanto,
assistia o Programa Roberto Justus +, fiquei empolgada para compartilhar
esta reflexão com vocês.
Na companhia do
Deputado Federal Jean Wyllys - que com retórica belíssima e eloquente
abordou a defesa do respeito humano às causas do assunto em questão
- e a cantora Sandra de Sá – que com muita simpatia comentou suas
experiências e pensamentos - Roberto Justus + trouxe a perspectiva do
Tema: Intolerância. Que você pode acompanhar no Portal R7 / TV
Record: http://videos.r7.com/veja-o-roberto-justus-desta-segunda-feira-19-na-integra/idmedia/50aafe4bfc9bcaecc1e0b782.html
“Intolerância
ninguém está livre dela.” - Assertiva que abre o programa com o
apresentador Roberto Justus.
Pois, é! Todos
sofremos com ela. Sendo vítimas ou algozes devemos aprender no
sentido de educação a respeitar os limites que nos faz interagir em
sociedade. Daí, parti a perspectiva de evolução para o ápice da
humanidade, onde nossa natureza limitada tem a chance de permear
universos de descobrimentos que há em cada Ser ou criatura e que
compreende a conexão dos vértices na dialética Criador &
Criatura.
E “Cada qual no seu
cada qual e respeito para liberar geral.” - Finaliza Sandra de Sá
ao final do programa.
Tal ideologia remete-me
à importância do respeito ao outro e a si mesmo. Nos conhecendo em
nossas qualidades e defeitos podemos tomar passos seguintes: 1.Nos
perdoar e, a partir disso, apreender a ser tolerante ao outro em
espelho às nossas falhas. Ou 2. Sucumbir à estagnação de nossa
ignorância e egoísmo.
Em suma, a máxima
“tudo podemos, mas nem tudo devemos” ainda é válida para
expiação.
Isso também, me faz
lembrar do conceito de “diferente” que atribuo à noção.
Qual o jus de noção
que faz você crer que sua “verdade” no mundo é única ou
verossímil suficiente para bloquear a existência do outro?
Penso que o diferente
que existe em cada um de nós só se iguala na nobreza de nossos
pensamentos e atitudes. E que não exista diferente para mais ou para
menos, pois ninguém é tão superior ao outro que deva permitir a
sobreposição prepotente ou presunçosa de estar acima. Que muitas
vezes é derivado de complexos que nos traumatiza em nosso percusso
vital.
Posso até dizer que é
uma questão de noção do modo que percebemos o mundo, mensurável
pelas nossas experiências e natureza, podendo “ver” até em 6D. E, ainda, arrisco 7D como os sete lados do quadrado ou cubo! E digo,
o diferente sempre causa temor. Seja pela magnitude ou terror. Por
isso, as guerras, a dor, a miséria, o fanatismo, o ceticismo,etc.
Enfrente! Tenha
coragem. Todavia, busque sabedoria nos detalhes. E na dúvida
natural, questione o que você é perante a magnificência universal.
Para os que ficam na
reflexão deste texto, agradeço pela leitura.
2 comentários:
Realmente me surpreendi com o programa do Roberto Justus abordar um tema tao interessante, nunca tinha assistido e adorei ler aqui que causou impacto em mais alguem...e justo (sobrenome danado para trocadilhos) pertinho do dia da consciencia negra! Acredito que essa intolerancia, como bem abordado por você, exige um trabalho de auto-conhecimento e profundo respeito pelas experiencias alheias...dificil de ser feito...mas necessario para a nossa boa convivencia. Admito que achei meio vago os elogios dele aos nordestinos: "sao otimos oradores"... Mas aplaudo o debate.
Sabe-se lá com que leitura seus olhos vêem para tantos elogios. Mas acredito que seja com olhos de profundo respeito....
Confesso que não sou fã do Justus, mas o programa dele é ótimo. Tem um cenário singular e grandes convidados para temas de grande interesse.
Obrigada pela participação de comentário. Seja bem-vindo.
Postar um comentário